terça-feira, 9 de agosto de 2016

ATPC 2



Habilidade e Competência




                         As estruturas essenciais do processo educacional e a organização escolar vinculam-se em torno da importância da concepção do sujeito para resolver situações-problemas do cotidiano, que envolvem distintos graus de complexidade. São nessas situações que o aluno passará a exercitar habilidades e competências através dos conteúdos. 
                      Hoje em dia nós não devemos apenas aprender o “Teorema de Pitágoras”, mas devemos sobretudo além de aprender, mobilizar esse conhecimento para resolver problemas de geometria. Atualmente a sabedoria de quem ensina é enfocada na elaboração de programas com observação das práticas sociais, identificando situações com as quais os seus alunos serão confrontados. Devemos saber desenvolver estratégias para resolver conflitos, saber cooperar, saber viver com normas , saber conviver a fim de interagir na diversidade cultural. 
                 O conceito de competência está intimamente relacionado à idéia de laboralidade e aumenta a responsabilidade das instituições de ensino na organização dos currículos e das metodologias que propiciam a ampliação de capacidades como resolver problemas novos, comunicar idéias, tomar decisões.A competência é um conjunto de saberes e habilidade é um saber-fazer relacionado à prática do trabalho, mais do que mera ação motora. As habilidades são essenciais da ação, mas demandam domínio de conhecimentos.Ao educar para competências será através da contextualização e da interdisciplinaridade, com conteúdos pertinentes à realidade do aluno. 
  Habilidade = capacidade técnica de realizar determinada tarefa, desenvolvida através da teoria e prática. Ex.: Dirigir automóvel: experiência e conhecimento.
  Competência  = aptidão para cumprir alguma tarefa ou função - Dirigir é a competência
   Vamos exercitar.
  Segue duas habilidades para serem desenvolvidas com os alunos, elabore uma atividade para cada habilidade.
  • Inferir informação implícita em um texto ( conto, miniconto, crônica, trecho de romance, fábula, charge, história em quadrinho ou letra de música ) 
  • Identificar o público-alvo de um texto (artigo de opinião, carta do leitor, trecho de romance, conto, poema, anúncio publicitário). 
Até mais...

                 

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

3º Bimestre - ATPC 01



O Primeiro da Classe: filme que conta a história de um professor com Síndrome de Tourette




É, sem sombra de dúvida, um belo filme! Que diga os professores! Afinal, o longa o Primeiro da Classe é uma obra que consta a história de um professor. Nessa, a vida pessoal é retratada juntamente à profissional.
Ao tempo que ambas visões são abordadas no filme, o destaque se dá para um tema pouco discutido: a doença. Só que aqui a abordagem se dá de forma mais estrita a uma enfermidade que pouco se conhece sobre: A Síndrome de Tourette.

A trama de O Primeiro da Classe é baseada em fato real, ou seja, aqui é retratada a vida de Brand Cohen, um professor estadunidense. 
O Primeiro da Classe começa abordando a vida infantil de Brand Cohen (James Wolk, personagem no filme) e logo as cenas mudam e passam a retratar até o final do filme, Brand Cohen adulto.

A história mostra os obstáculos que o professor enfrentou para conseguir um novo emprego na cidade  dos Estados Unidos para onde se mudou.

Todos os problemas e obstáculos enfrentados eram devido à Síndrome de Tourette que, à época (e também nos dias de hoje) pouco se conhece sobre. Os sintomas são, de fato, geradores de constrangimentos por parte de quem os tem. 

No entanto, em O Primeiro da Classe há diversas lições de vida. A primeira delas e que se destaca fortemente durante todo a obra, é a superação.
A superação em conjunto com a determinação mantém firme a personalidade de Brand Cohen. Este, apesar de viver aparentemente isolado do meio social, não perde em nenhum momento a característica sábia de sempre seguir em frente.

Outro destaque é para o amor ao que se faz. Brand Cohen, ama dar aulas e parece ter nascido mesmo para isso. As cenas que nos são apresentadas em O Primeiro da Classe nos levam a crer que o professor e alunos sempre se deram bem.

Obviamente que não poderia faltar outros temas nesta grande obra. Assim, destaco: o racismo, o preconceito, a inclusão social e a morte. Este último é retratado de forma sutil.

Fica, portanto, o meu convite para que assistam O Primeiro da Classe. Aqui, você tirará valiosas lições de vida. Não há dúvida que suas ideias mudarão significativamente após a observação desta obra.

Vale ainda uma dica para professores: ministrar uma aula onde seja assistido e após debatido esta obra. Assim, poderás abordar os temas já citados acima.

 

O filme nos faz refletir vários aspectos, um deles é  o "  ser  " diferente, de que maneira em sala de aula podemos contribuir para que o aluno supere suas dificuldades, mesmo sendo diferente.

Título Original: Front of the Class

Diretor: Peter Werner

Gênero: drama

Elenco: James Wolk, Dominic Scott Kay, Kathleen York, Treat Williams, Joe Chrest, Sarah Drew, Patricia Heaton e outros.

Lançamento: 2008

Origem: Estados Unidos

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Replanejamento




 Olá pessoal!
Segue  no link o Material do nosso Replanejamento




Bem vindos ao Segundo Semestre



 

É hora de dar início a mais uma jornada de muito estudo, conhecimento, aprendizagem, ousadia e não menos importante dedicação e responsabilidade.  Juntos, queremos que neste início de semestre, todos os objetivos sejam alcançados com muito sucesso. Esperamos que cada um de nós possa não somente obter aprovações, mas também, realizar suas atividades com perfeição, buscando o aprendizado consigo mesmo e assimilando todos os saberes que lhe são passados. Para isto, cabe a cada um de nós contribuirmos com sua parcela de ação e esforço.
É com muita satisfação, que desejo um ótimo retorno a todos os  professores e funcionários da E.E.Prof. Lamia Del Cistia, para que com entusiasmo e alegria deem início as suas atividades.




terça-feira, 21 de junho de 2016

ATPC 15


Gestão da Sala de Aula: Você seguro em classe
                        
Sabendo, da dificuldade que vocês encontram para realizar uma aula produtiva, tenho pesquisado em gestão da sala de aula, encontrei algumas dicas , espero que tenha ajudado com as dicas!
          

Os estudantes não
entendem as orientações. Ilustração: Pedro Hamdan 
 Como resolver falhas na interação 

A maneira de conduzir a relação entre os alunos, interagir com eles e propor as atividades interfere na aprendizagem. Veja como você pode atuar nas situações em que há problemas de comunicação


Os estudantes não entendem as orientações 
"Quando uma proposta tem um resultado ruim, o problema pode estar na consigna malfeita", diz Rosaura, do Instituto Abaporu. Ao apresentar uma atividade, use exemplos e explique de várias maneiras o que deve ser feito. "Eu peço que os alunos digam o que entenderam da minha orientação. Assim vejo se tudo ficou claro", afirma a professora Carla, que leciona para turmas do 9º ano. Circular pela sala e observar como as crianças estão realizando a tarefa também funciona. Nesse momento, você pode intervir caso ainda haja dúvida e garantir que todos trabalhem bem. 
Algumas crianças
não interagem. Ilustração: Pedro Hamdan

O aluno só responde quando tem certeza 
Incentive a criança a dar uma resposta também quanto ela tiver dúvidas. Mesmo que a conclusão dela esteja errada, alguns colegas podem ter feito o mesmo raciocínio. Peça que ela explique o que pensou. Para ajudá-la a reconstruir esse caminho, faça perguntas. Também não se contente quando um estudante acertar. Ele vai aprender mais se você pedir que justifique sua conclusão. Quando temos de contar aos outros algo que sabemos, desenvolvemos outra valiosa habilidade. Por fim, instigue os demais a dizer se concordam com a opinião dada e apresentem as razões.

Há muita conversa durante as atividades Interação não tem nada a ver com indisciplina. "Uma sala que valoriza a troca de ideias é ruidosa porque as crianças falam, argumentam, compartilham e questionam soluções e hipóteses. Essas situações de diálogo favorecem o desenvolvimento cognitivo", afirma Andréa, da Unicamp. Para que a aula não vire bagunça, observe se a discussão gira em torno do tema proposto. Caso a conversa seja sobre outra coisa qualquer, ajude o aluno a retomar o foco de onde parou. Uma maneira de fazer isso é lançar algumas perguntas que estimulem todos a refletir com você sobre o assunto que está sendo estudado. 

Nem todos são ouvidos no decorrer da aula Muitas vezes, é difícil prestar atenção em todos os alunos e você pode acabar interagindo só com aqueles que se sentam perto da sua mesa. É importante, porém, assegurar que cada um tenha a oportunidade de ser ouvido, inclusive os da "turma do fundão". Uma estratégia é priorizar em cada momento da aula a participação de alguns estudantes. "Quando estou fazendo a sistematização de um conteúdo no quadro, chamo os que ainda não se manifestaram", conta Valéria.

A classe se mostra desmotivada. Ilustração: Pedro HamdanA classe se mostra desmotivada 
Situações instigantes e projetos bem elaborados são o que costuma motivar os estudantes. O que você propõe deve fazer sentido para eles. Esteja sempre atento aos pontos de vista e aos interesses da turma. "Meus alunos querem mostrar suas opiniões. Por isso, reservo momentos para argumentarem sobre temas variados", conta Carla. Outras dicas básicas: variar sempre as atividades, usar diferentes recursos, como os tecnológicos e os jogos, e estimulá-los a querer saber mais. "A curiosidade leva em direção ao novo e estimula o conhecimento", afirma Andréa.

Saiba mais:http://novaescola.org.br/formacao/gestao-sala-aula-voce-seguro-classe-713785.shtml?page=1

Compartilhe no blog alguma experiência sua que deu certo em sala de aula, ou outras sugestões!


segunda-feira, 13 de junho de 2016

ATPC - 14





Gestão da sala de aula



O sucesso da aula depende da interação entre todos, além de sua capacidade de se antecipar e se preparar para imprevistos.


                                   Como você se sente na hora em que abre a porta da sala e entra para dar sua aula? Confiante ou apreensivo? Quem leciona sabe que a tensão vem quando não se está bem preparado. O planejamento é um pré-requisito para o seu trabalho - não há dúvida. Mas, na hora de colocá-lo em prática, o que fazer se um aluno não entende o que você pediu? E se faltou tempo para terminar a tarefa? Pior: se as crianças começam a brigar? Nem os educadores experientes estão livres de momentos como esses. "Ter uma boa gestão da sala de aula ajuda a contornar problemas desse tipo. O professor tem de dar conta do previsto, lidar com o inesperado e administrar a rotina para que todos aprendam", diz Rosaura Soligo, coordenadora de projetos do Instituto Abaporu de Educação e Cultura, em Salvador. 
                                   No livro Ensinar: Agir na Urgência, Decidir na Incerteza (208 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 60 reais), Philippe Perrenoud diz que as particularidades da sala de aula fazem com que o professor enfrente uma série de impasses sobre como atuar e precise manter o equilíbrio entre fazer o planejado e não reprimir os alunos. "Esses dilemas não conseguem ser totalmente superados pela experiência nem pela formação. No entanto, a consciência de que eles ocorrem ajuda a conviver com a complexidade." O sucesso do ensino depende de vários fatores, como a interação entre as crianças e a relação delas com você e com o objeto de conhecimento. Para planejar levando em conta a personalidade e o nível de aprendizado de cada um, é preciso observar, fazer diagnósticos e analisar a produção deles com frequência. 

Saiba mais: http://novaescola.org.br/formacao/gestao-sala-aula-voce-seguro-classe-713785.shtml


                                 De uma forma descontraída, resolvi compartilhar o vídeo do Mr. Bean, onde ele se encontra em situação desafiadora para dar aula, veja ...


  Para refletir e comentar:
  • O Mr. Bean estava preparado para dar aula no começo do vídeo?
  • Qual era seu desafio?
  • Qual estratégia ele utilizou?
  • O que podemos aprender com esse vídeo?




segunda-feira, 6 de junho de 2016

ATPC - 13

                                                                                             
Escolha do Livro Didático

                        Estamos no ano de escolha dos Livros Didáticos do Ensino Fundamental dos Anos Iniciais. O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) é o mais antigo dos programas voltados à distribuição de obras didáticas aos estudantes da rede pública de ensino brasileira e iniciou-se, com outra denominação, em 1929. Ao longo desses 80 anos, o programa foi aperfeiçoado e teve diferentes nomes e formas de execução. Atualmente, o PNLD é voltado à educação básica brasileira, tendo como única exceção os alunos da educação infantil. 
1929 - O Estado cria um órgão específico para legislar sobre políticas do livro didático, o Instituto Nacional do Livro (INL), contribuindo para dar maior legitimidade ao livro didático nacional e, conseqüentemente, auxiliando no aumento de sua produção.
1938 - Por meio do Decreto-Lei nº 1.006, de 30/12/38, é instituída a Comissão Nacional do Livro Didático (CNLD), estabelecendo sua primeira política de legislação e controle de produção e circulação do livro didático no País.
1945 - Pelo Decreto-Lei nº 8.460, de 26/12/45, é consolidada a legislação sobre as condições de produção, importação e utilização do livro didático, restringindo ao professor a escolha do livro a ser utilizado pelos alunos, conforme definido no art. 5º.
1966 - Um acordo entre o Ministério da Educação (MEC) e a Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) permite a criação da Comissão do Livro Técnico e Livro Didático (Colted), com o objetivo de coordenar as ações referentes à produção, edição e distribuição do livro didático. O acordo assegurou ao MEC recursos suficientes para a distribuição gratuita de 51 milhões de livros no período de três anos. Ao garantir o financiamento do governo a partir de verbas públicas, o programa adquiriu continuidade.
                    O PNLD é executado em ciclos trienais alternados. Assim, a cada ano o FNDE adquire e distribui livros para todos os alunos de determinada etapa de ensino e repõe e complementa os livros reutilizáveis para outras etapas.
                   Um edital especifica todos os critérios para inscrição das obras. Os títulos inscritos pelas editoras são avaliados pelo MEC, que elabora o Guia do Livro Didático, composto das resenhas de cada obra aprovada, que é disponibilizado às escolas participantes pelo FNDE.
               Cada escola escolhe democraticamente, dentre os livros constantes no referido Guia, aqueles que deseja utilizar, levando em consideração seu planejamento pedagógico.     
                 Devemos tomar cuidado na escolha, analisando cada editora se está contemplando o Currículo do Estado de São Paulo.
             Professores, façam sua parte, contribua com essa ação, vamos aproveitar essa oportunidade!!
Saiba mais:http://www.fnde.gov.br/programas/livro-didatico/livro-didatico-historico



Comente no blog:

  • Quais cuidados devemos ter na escolha da editora.
  • O que lhe chama atenção ao escolher a editora.
  • Qual a importância para o Professor fazer parte da escolha.